“...perdoando-vos uns aos outros...” Neste ponto encontramos a grande exigência cristã da fraternidade, do espírito perdoador entre os crentes. Isso dá a entender que entre os crentes se cometerão ofensas reais uns contra os outros, e que muito terão eles de suportar uns aos outros. Não devemos pensar que tais falhas são imaginárias. (Com isso se pode comparar o trecho de Ef. 4.2, onde se lê: “...suportando vós uns aos outros em amor”). Essa é a atitude que Paulo recomenda também no presente versículo.
“...como também Deus, em Cristo, vos perdoou...” O exemplo supremo de amor nos foi dado por Cristo Jesus; e o perdão que recebemos da parte de Deus, por intermédio de Cristo, é destacado como o padrão que nos compete seguir em nossas relações com o próximo. Não nos devemos esquecer que muito nos foi perdoado, e que, por isso mesmo, muito devemos perdoar.
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